Na faculdade é impossível fugir aos trabalhos, há sempre aqueles que gostamos e aqueles que achamos mais enfadonhos, mas todos têm de ser feitos e entregues. Ao longo dos meus quatro anos enquanto estudante fui reparando que por vezes após a entrega de um trabalho acontecem algumas situações que acabam por ser comuns.
Desafios. Desafios não passam de pequenos encoragamentos a obstáculos que pensamos que não somos capazes de ultrapassar. Este ano tenho alguns desafios, coisas a que me quero propor fazer e realmente fazê-las. O primeiro passo para isso acontecer é determinarmos ao certo esse desafio explorando-o ao máximo: quais irão ser as minhas maiores dificuldades, porque é que eu quero cumprir este desafio, que benefícios me traz, ...
Em 2018 estou confiante que vou consegui ultrapassar algumas metas , sinto-me empenhada, mas ao mesmo tempo com algum receio de que tenha colocado a fasquia muito alta.
Ler sempre fez parte de mim. Sinto-me tão bem quando o faço que, para mim, um mundo sem livros é um cenário horrível. Não gosto de dizer que gosto de determinado género de livros porque, na realidade, eu gosto de um pouco de tudo e tenho fases. Isso é bom, na minha opinião, seria chato ler sempre livros do mesmo género, acabaria por ser monótono. Resolvi fazer a tag que a Mony Evelyn apresentou no seu blog. Está disponível para qualquer um, é só pegar e responder.
O Centro de Paralisia Cerebral de Beja (CPCB) lançou um calendário solidário dentro do projeto "Abraça o Meu Sonho". Este calendário fala sobre sonhos e não há nada mais importante do que isso, os nossos sonhos, desde os maiores aos mais pequenos. Existem causas importantes e esta é uma delas.